segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Livro: “MASTER COACHES”






Por Mariah Bressani

Tenho o privilégio de fazer parte deste projeto maravilhoso, deste livro, “Master Coach – Técnicas e relatos de mestres de coaching”, onde os melhores profissionais de Coaching do Brasil também participam.

Todos os master coaches contribuem aqui com as suas considerações sobre a prática do coaching dentro de suas respectivas áreas.
Eu ofereço como colaboração, de forma bastante resumida, reflexões sobre minhas experiências como psicoterapeuta junguiana e coach.

Neste exercício de reflexão, fiquei feliz em constatar que, em muitos aspectos, estas duas propostas se interpenetram, pois, afinal, ambas têm o foco no ser humano e no desejo de ajudar as pessoas a realizarem seus potenciais e se tornarem seres humanos melhores.




********

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Coaching - Uma visão sistêmica



Por Mariah Bressani

Sendo o coaching um processo que visa que o cliente atinja – de forma rápida e eficaz – seu objetivo proposto, é importante que ele seja percebido por inteiro: um ser composto por corpo, mente, emocional e espiritual e que se relaciona com outras pessoas em diversos contextos, pessoal, social e profissional, a partir e através daquele todo.

É importante que o profissional de coaching leve tudo isto em consideração ao auxiliar e acompanhar o seu cliente no seu processo. Porque esta percepção sistêmica lhe permitirá conseguir com que o seu cliente tenha maior e melhor desenvolvimento e aperfeiçoamento de suas diversas habilidades e competências, integrando-as em suas performances e, assim, possa atingir mais facilmente o seu objetivo pretendido.
É importante compreender que o seu cliente, enquanto indivíduo, faz parte de uma grande rede de relações interpessoais, na qual afeta e também é afetado; então, ao buscar junto dele o entendimento de como essas relações ocorrem, permitirá ao profissional maior grau de assertividade no processo de coaching.

Não é possível dissociar a pessoa de si mesma, de sua totalidade, nem mesmo do contexto no qual está inserida. E é a partir desta percepção: da pessoa associada e conectada à si mesma, à sua própria vida, aos outros seres humanos e, porque não dizer, também à todo ser vivo e ao universo, que é possível compreender a magnitude dos seus pensamentos, dos seus sentimentos e das suas ações e de como todos afetam e são afetados, mutuamente, uns dos outros.

Quanto mais pudermos perceber o cliente neste nível sistêmico, mais poderemos auxiliá-lo para ampliar as suas opções e as suas alternativas na concretização de seu objetivo desejado.



Gostou do texto? Contribuiu de alguma forma para você?
Comente.
Compartilhe!



imagem: Google


***********

segunda-feira, 23 de julho de 2012

A Perseverança e a Vontade



imagem: Google


********

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Coaching como Instrumento para o Autoconhecimento



Por Mariah Bressani

O coaching é um processo com começo, meio e fim, que utiliza-se de ferramentas e técnicas especificas e que visa o atingimento do objetivo pretendido pelo cliente (coachee).
O que é surpreendente no coaching é a sua capacidade de promover autoconhecimento e estados psicológicos favoráveis às mudanças necessárias.
Autoconhecimento é: você para e se observa, percebe-se e constata, o que precisa ser melhorado em si mesmo e na sua própria vida e começa a agir neste sentido.
Para que seja possível melhorar qualquer área da sua vida, é essencial que a pessoa pare e a observe e deste ato de observação necessariamente acontece o autoconhecimento.
Afinal, não é possível melhorar algo, sem antes percebê-lo e diagnosticar onde está o ponto ou pontos de melhoria.

Deste modo, o grande trunfo do coaching é que o cliente se sente estimulado a agir no sentido de melhorar o que pode ser melhorado; o cliente se sente estimulado a ir além, a desenvolver o autoconhecimento.
Tanto é que o processo de coaching é personalizado, para que possa gerar no cliente a autopercepção e a necessidade de ações específicas para o seu quadro pessoal.
Para cada pessoa, o seu processo segue por um caminho próprio e único, trazendo o autoconhecimento e a necessidade de mudanças, e melhor ainda, a vontade de mudar, pois se sente estimulado para tal.


O autoconhecimento traz para si a consciência das suas qualidades e recursos pessoais, dos quais até então ainda não tinha se dado conta completamente, e, deste modo, naturalmente, eleva a sua autoestima e o seu autovalor. 
Assim, mais autoconsciente, a pessoa se sente verdadeiramente estimulada e energizada para agir em prol das mudanças que favorecem o seu crescimento e o seu desenvolvimento, melhorando a sua performance nas mais diversas situações da sua própria vida e nas suas relações. E ao agir e, consequentemente, conseguir os resultados favoráveis e desejados, a pessoa se sente bem sucedida, o que leva, naturalmente, ao fortalecimento de sua autoestima e seu autovalor.

Deste modo, por qualquer caminho que o coaching siga no processo pessoal, acontece um moto continuo, estabelecendo-se o movimento para o autoconhecimento, o crescimento, o desenvolvimento, a ação, a elevação e o fortalecimento da autoestima e do autovalor do cliente.



Gostou do texto? Contribuiu de alguma forma para você?
Comente.
Compartilhe!


imagem:


***********

domingo, 10 de junho de 2012

C. G. Jung



imagem: Google


********

domingo, 3 de junho de 2012

Principais Pilares do Coaching




Por Mariah Bressani

Coaching é um processo com começo, meio e fim, que atinge resultado – rápida e eficazmente.
Para que, nos processos de coaching, o coach e o coachee atinjam seus objetivos, com eficiência e rapidez, é preciso uma base que lhe dê sustentação e eficácia.
É importante distinguir quatro premissas ou pilares básicos no processo de coaching; a saber: ser humano, competências, metodologia e técnicas e ferramentas.

O ser humano é o principal pilar do coaching, pois o seu processo, por ser personalizado, tem como foco o atingimento da realização e da concretização do objetivo do cliente (coachee) e que é acompanhado por um profissional (coach), sendo ambos seres humanos.
Assim, no processo de coaching, o que fundamentalmente acontece é a participação de seres humanos; onde, embora o foco esteja na realização de objetivos predeterminados de um deles, o dois crescem devido ao aprendizado que adquirem, cada um em seu respectivo papel.
Como consequência desta participação, tanto um quanto o outro saem melhores – enquanto seres humanos e indivíduos – do que quando iniciaram o processo de coaching.

Para que o profissional de coaching – o coach – seja assertivo, é importante que ele desenvolva determinadas competências, como por exemplo, planejamento, comunicação e visão sistêmica, assim como, promover a melhoria contínua e ser capaz de se comprometer com seu cliente – o coachee – na realização do seu objetivo e seguir princípios éticos, como discrição e sigilo.
O processo de coaching tem a sua metodologia própria e técnicas e ferramentas específicas que permitirão ao profissional de coaching auxiliar o seu cliente a atingir seu objetivo.

E é a partir dessas premissas ou pilares básicos que o processo de coaching consegue promover resultados eficazes e ser bem sucedido ao seu final, trazendo melhoria sustentável e extraordinária para toda a vida do coachee, propiciando maior senso de satisfação e de realização para os envolvidos e gerando benefícios reais e amplos para suas vidas.


Gostou do texto? Contribuiu de alguma forma para você?
Comente.
Compartilhe!



imagem: Google


***********